O Ministério da Educação oficializou o valor do
Piso Nacional do Magistério para o exercício de 2024. O reajuste anunciado foi
de 3,62% em relação ao valor de 2023. Com o aumento, o valor mínimo definido
pelo governo para o salário de um professor passou para R$ 4.580,57 no dia 31
de janeiro. O Governo do Estado deu um reajuste de 5,35% que foi aprovado
por unanimidade pela Assembleia Legislativa em caráter de urgência, tanto nas
comissões quanto no plenário.
A Prefeitura Municipal de Luís Correia
encaminhou para a Câmara Municipal, o Projeto de Lei 06/2024, que dispõe sobre o
valor do Piso Salarial do Magistério para o exercício de 2024. O reajuste de
acordo com o projeto é de 5,0%. Com o aumento o valor mínimo definido pelo
município para o salário de um professor passou para R$ 4.580,57. E em algumas
situações o professor poderá receber até mais de 8.000,00 (Oito Mil Reais).
Assim, o Município deu um reajuste maior do que o governo federal e o Governo
Estadual. O PL 06/2024 tramita na Câmara Municipal de Luís Correia, em caráter
de urgência e aguardando pareceres das comissões para votação em plenário. O
reajuste apresentado está acima dos 4,62% registrados pela inflação.
Diante da unanimidade dos Deputados Estaduais
(situação e oposição) na aprovação do piso estadual, fica a reflexão: Por que
tanta celeuma na Câmara Municipal de Luís Correia? A comissão de Educação da
Câmara, através da Vereadora Kátia, reprovou o projeto. Qual foi o critério utilizado
pela Vereadora? E os critérios que estão sendo usados pelos outros vereadores
de oposição que estão contra o projeto? Quais são? São critérios levando em
conta os pisos nacional e estadual? São critérios levando em conta a realidade
do Município? Ou apenas critérios eleitoreiros e politiqueiros em ano de
eleição?
O
SINTE afirma que a Prefeitura tem condição de pagar mais. A Prefeitura afirma
que não. Quem tem razão? A Prefeita demonstra boa vontade dando um aumento
acima da inflação e maior do que os governos federal e estadual. O Sindicato é
de Luta e combativo em defesa dos interesses da categoria e sabe que se não
houver um consenso, esse conflito não poderá ser resolvido na Câmara Municipal,
pois o Poder Legislativo não tem competência para isso, já que a instância legal
para se resolver essa questão é a Justiça através de dissídio
coletivo. Fica a nossa torcida para que tudo se resolva da melhor forma
possível.
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