sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Projeto Vivo Kitesurf promove dignidade social e forma campeões no litoral do Piauí

 

Projeto Vivo Kitesurf na praia de Barra Grande | Reprodução/ TV Meio Norte

Projeto Vivo Kitesurf na praia de Barra Grande | Reprodução/ TV Meio Norte

Há cerca de 14 anos, um projeto social leva oportunidades para mais de 200 jovens do litoral piauiense que buscam uma transformação social por meio do esporte. No município de Cajueiro da Praia, mais especificamente na Praia de Barra Grande, nasceu a ação social intitulada Projeto Vivo Kitesurf, ainda em 2013.Projeto Vivo Kitesurf promove dignidade social e forma campeões no Piauí

A iniciativa promove a inclusão social e perspectiva de futuro para crianças e adolescentes que moram na região. O projeto conta com atividades de kitesurf e futebol. Centenas de crianças e jovens, entre 6 e 18 anos, já tiveram suas vidas impactadas pelo poder do esporte. Além das práticas esportivas, é exigido dos pequenos que haja constância na educação escolar, um dos principais fundamentos do projeto.

O instrutor do projeto, Alexandre Rodrigues, em entrevista à TV Meio Norte, explicou como funcionam as atividades propostas pelo Vivo Kitesurf. Para ele, a ação social é sinônimo de responsabilidade, ainda mais quando se trata de crianças, pois é essencial que haja atenção redobrada.

Pra gente dar aula pra criança é preciso ter paciência e bastante cuidado pra fazer um projeto desse com elas. Não é todo mundo que consegue. Pra mim, é uma honra imensa trabalhar com pessoas que fazem a coisa certa, que ajudam essas crianças a não ficarem na rua e a terem boas notas na escola, afirmou.

COMO TUDO COMEÇOU

O projeto é fruto da iniciativa da espanhola Isabel Lupianez e de seu esposo, o brasileiro João Bosco. Eles se conheceram na Europa e, ao passarem a morar no Brasil, decidiram dar vida ao Vivo Kitesurf, transformando a realidade de Barra Grande e oferecendo oportunidades únicas por meio do esporte.

Isabel Lupianez e João Bosco, fundadores do Projeto – Foto: Reprodução/TV Meio Norte

A grande motivação que fez com que o casal implantasse o projeto foi perceber a necessidade de levar dignidade e uma nova perspectiva de vida aos jovens de Barra Grande. Apesar de ser um dos locais mais requisitados pelo turismo, a região lida com desigualdade e contraste social que exigem atenção.

Para Isabel, o projeto é uma via de mão dupla e a realização de um sonho. Ao mesmo tempo em que a iniciativa impacta a vida de centenas de crianças, também é a forma de colocar em prática um desejo que, por muito tempo, queimou em seu coração. Para ela, é o seu combustível que a mantém viva.

É o meu combustível, os abraços, todo esse carinho que eu tenho das crianças é o meu combustível, é o que me faz mover cada dia, é o que me dá forças, é o que me dá alegria, é o que mais me preenche. Então, eu montei um projeto social com crianças porque realmente eu amo crianças, pontuou Isabel, bastante emocionada.

FORMAÇÃO DE ATLETAS

O Projeto Vivo Kitesurf é responsável pela formação de atletas consolidados no esporte. A ação social já foi ponto de partida para kitesurfistas consolidados como Manoel Piçarrinha, Soares e Bia Silva, que são vencedores de competições nacionais e têm amplo reconhecimento no país.

Cristiele da Silva e Cássio Penha – Foto: Reprodução/TV Meio Norte

A campeã brasileira de kite, Cristiele da Silva, comentou sobre a importância do projeto para sua vida.

Eu pratico kite desde os 9 anos, já estou com 7 anos de kite, atualmente sou campeã brasileira e eu gosto muito de velejar aqui com a galera do projeto e eu agradeço muito à Isabel por ter me ajudado e ter me dado essa oportunidade.

Já o atleta Cássio Penha, também campeão de kite, reforçou que o projeto foi um divisor de águas em sua carreira e que considera a iniciativa como se fosse o seu lar: “Eu posso sim, graças ao projeto, me considerar um grande campeão. Fazer parte do projeto é algo muito inacreditável, sabe? Porque o projeto pra mim é a minha vida e a minha casa”, disse Penha. (MN)

PRF inicia Operação Carnaval 2026 com reforço na fiscalização nas rodovias do Piauí

Polícia Rodoviária Federal (PRF) dará início, à 0h desta sexta-feira (13/02), à Operação Carnaval 2026 em todo o estado do Piauí. A mobilização seguirá até as 23h59 da quarta-feira de cinzas, período em que haverá reforço no policiamento e intensificação das fiscalizações nas rodovias federais.

Foto: PRF-PIPRF-PI

PRF-PI

O principal objetivo da operação é garantir a segurança e a fluidez do trânsito, além de reduzir o número de acidentes durante o feriado prolongado, quando há aumento significativo no fluxo de veículos.

Durante o período, haverá aumento de efetivo em todas as rodovias federais que cortam o estado, com atenção especial às vias que dão acesso ao litoral piauiense, tradicional destino de foliões nesta época do ano.

A fiscalização será intensificada, com foco prioritário no combate à embriaguez ao volante, considerando o aumento do consumo de bebidas alcoólicas durante as festividades. Além disso, as equipes atuarão no enfrentamento das infrações que mais contribuem para a ocorrência de acidentes graves, como:

* Não utilização do cinto de segurança;
* Não uso do capacete por motociclistas;
* Condução de veículo por pessoa não habilitada;
* Excesso de velocidade;
* Ultrapassagens indevidas.

A PRF reforça que a combinação de álcool e direção é uma das principais causas de sinistros graves e mortes no trânsito. A atuação preventiva e repressiva visa preservar vidas e promover um trânsito mais seguro para todos.

Em caso de emergência nas rodovias federais, a PRF está disponível 24 horas por meio do telefone 191.

Fonte: PRF-PI


segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Defeso do caranguejo-uçá começa domingo (18) e reforça proteção dos manguezais do Piauí

Estão previstos seis períodos entre janeiro e abril, seguindo o ciclo biológico da espécie

defeso do caranguejo-uçá tem início neste domingo (18) no Piauí e marca um período estratégico para a preservação dos manguezais e da reprodução da espécie ao longo de 2026. A medida, definida por decreto do Governo Federal, será aplicada em todo o estado com foco na proteção ambiental e na sustentabilidade da atividade extrativista no litoral piauiense.

Durante o defeso, ficam proibidas a captura, o transporte, o beneficiamento, a industrialização e a comercialização do caranguejo-uçá. Ao todo, estão previstos seis períodos entre janeiro e abril, seguindo o ciclo biológico da espécie. No Piauí, as restrições ocorrem de 18 a 23 de janeiro; de 1º a 6 de fevereiro; de 17 a 22 de fevereiro; de 3 a 8 de março; de 18 a 23 de março; e de 17 a 22 de abril de 2026, caso a temporada reprodutiva se estenda.

A proibição coincide com a chamada “andada reprodutiva”, fase em que os caranguejos deixam as tocas para o acasalamento e a liberação de ovos. Esse momento é essencial para a renovação dos estoques naturais e para a manutenção da espécie nos manguezais do estado.

Para o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Feliphe Araújo, o respeito ao defeso é fundamental para conciliar preservação ambiental e geração de renda. “Respeitar o defeso é garantir a preservação do caranguejo-uçá e a continuidade do sustento das comunidades que dependem dessa atividade, sempre de forma equilibrada e sustentável”, afirmou.

A portaria também estabelece que comerciantes e beneficiadores devem apresentar ao Ibama a Declaração de Estoque antes do início de cada período de defeso. A comercialização só será permitida, de forma excepcional, para produtos devidamente regularizados.

Segundo o gerente de Fiscalização da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Renato Nogueira, o cumprimento da norma será rigorosamente monitorado. “O desrespeito ao defeso configura crime ambiental. A fiscalização será intensificada e todo caranguejo apreendido vivo será devolvido ao seu habitat natural”, destacou.

A nova norma revoga a regulamentação anterior e entra em vigor a partir de sua publicação, reforçando o compromisso com a proteção dos manguezais e com o futuro da atividade extrativista no Piauí.

* Fonte: Governo do Estado

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Temporada 2026 de desova de tartarugas marinhas já registra cerca de 20 ninhos no litoral

 

Mesmo diante de algumas dificuldades registradas nas praias de desova de tartarugas marinhas, o ano de 2026 iniciou com resultados positivos. Desde o começo da temporada, em dezembro de 2025, novos ninhos vêm sendo identificados, e o número já se aproxima de 20 ninhos registrados até o momento.

Os monitoramentos acontecem diariamente e são realizados pela equipe do Projeto Tartarugas do Delta, em parceria com a Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, com apoio da APA Delta do Parnaíba e Eólica Pedra do Sal.

A identificação dos ninhos é feita por meio da observação de rastros das tartarugas, flagrantes do momento da desova ou relatos de pessoas que presenciam esses eventos nas praias.

“Contamos com a ajuda de várias pessoas nesse processo, como donos de bares e restaurantes, pescadores e frequentadores das praias. É fundamental que entrem em contato com o Projeto caso flagrem uma tartaruga ou percebam algum rastro, para que nossa equipe possa realizar a identificação e acompanhar adequadamente o desenvolvimento dos ninhos”, destacou Werlanne Magalhães, coordenadora do Projeto Tartarugas do Delta.

Para garantir a conservação ambiental eficaz das praias de desova de tartarugas marinhas, é essencial a adoção de medidas que reduzam os impactos humanos diretos e indiretos. Entre as ações mais importantes estão o controle da poluição luminosa, a gestão adequada dos resíduos sólidos e a restrição do tráfego de veículos na faixa de areia.

Para comunicar ocorrências, ligue para (86) 9 9968-0197.

*Fonte: jornaldaparnaiba.com

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segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Praia de Atalaia recebe novo posto de guarda-vidas para reforçar proteção aos banhistas

A Praia de Atalaia, em Luís Correia, ganhou um importante reforço na segurança de banhistas e turistas com a inauguração do segundo posto de observação de guarda-vidas. A nova estrutura foi entregue nesta sexta-feira (26) e passa a integrar o esquema especial de prevenção e salvamento durante o período de maior fluxo no litoral piauiense.

Instalado em um ponto estratégico da praia, o posto permite uma visão ampla da área de banho, facilitando a identificação de situações de risco, como correntes de retorno e banhistas em dificuldade. A iniciativa tem como principal objetivo reduzir o tempo de resposta em ocorrências e tornar o veraneio mais seguro para moradores e visitantes.


O novo equipamento faz parte de um planejamento do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Segurança Pública, que prevê a implantação de 12 postos de observação em áreas de grande circulação. As estruturas serão distribuídas na Lagoa do Portinho, praias de Atalaia, Coqueiro, Maramar, Macapá, Barra Grande e Pedra do Sal.

Os postos contam com abrigo contra o sol, equipamentos de primeiros socorros e a presença constante de Bombeiros Militares, que atuam em sistema de revezamento. Além do monitoramento das condições do mar, as equipes também orientam os banhistas sobre cuidados essenciais e permanecem de prontidão para atendimentos de emergência.

A presença dos postos ao longo da faixa de areia também atua de forma preventiva, contribuindo para a redução de comportamentos de risco e aumentando a sensação de segurança. Em casos de emergência, a proximidade das equipes pode ser decisiva para salvar vidas.

* Por Gaby Gabour | PCN

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Parecer técnico do ICMBio barra licenciamento do Porto de Luís Correia

Órgão federal conclui que terminal portuário é incompatível com o zoneamento da APA Delta do Parnaíba e não admite mitigação ambiental

Parecer técnico barra Porto de Luís Correia, segundo documento o Porto está ambiental e legalmente irregular
Um parecer técnico produzido por servidores da Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) estabelece um obstáculo decisivo ao projeto do Porto de Luís Correia, planejado para o litoral do Piauí. A análise conclui que o empreendimento não atende às normas ambientais que regem a APA Delta do Parnaíba, sendo classificado como tecnicamente incompatível e juridicamente inviável.

O documento, de natureza técnico-normativa, foi elaborado pelos analistas ambientais Adriano Ricardo Damato Rocha de Souza e Luciana Maria Fernandes Machado e formalizado no Parecer Técnico – SOALA SEI nº 1/2025, datado de 16 de dezembro de 2025. O material já foi encaminhado à Coordenação-Geral de Avaliação de Impactos Ambientais (CGIMP), na sede nacional do ICMBio, responsável pelos próximos encaminhamentos do processo.

As informações foram reveladas pelo site O Corre Diário e confirmadas pelo Manchete Nacional.

Procurada, a Companhia Porto Piauí informou que a etapa do Terminal de Uso Privado segue em tramitação regular de licenciamento ambiental junto à Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Piauí (Semarh). Segundo a empresa, os estudos ambientais dessa fase estão disponíveis ao público e eventuais questionamentos devem ser direcionados ao órgão licenciador estadual.

ICMBio conclui que o Porto de Luís Correia é incompatível com o zoneamento da APA Delta do Parnaíba.
Sobreposição com área de uso comunitário

O parecer aponta que o projeto portuário foi concebido para uma área inserida integralmente na APA Delta do Parnaíba, atingindo zonas com diferentes graus de restrição ambiental. A principal preocupação dos técnicos recai sobre a Zona de Uso Comunitário (ZUCO), onde se concentram tanto estruturas terrestres do terminal quanto trechos relevantes do canal de acesso marítimo.

De acordo com o Plano de Manejo da unidade de conservação, a ZUCO é destinada à preservação do ambiente natural associada ao uso sustentável dos recursos, garantindo condições para atividades tradicionais como pesca artesanal, extrativismo, agricultura familiar e turismo de baixo a médio impacto. Para o ICMBio, a presença de um porto de grande porte rompe diretamente com essa finalidade.

Mudança de uso considerada irreversível

A avaliação técnica sustenta que o empreendimento promoveria uma alteração estrutural do território, substituindo um espaço voltado ao uso comunitário e sustentável por uma instalação industrial privada, com impactos de escala regional. Esse tipo de conversão, segundo o parecer, não pode ser corrigido por medidas compensatórias ou mitigadoras.

As regras do Plano de Manejo citadas pelos analistas permitem apenas intervenções pontuais e diretamente vinculadas às práticas tradicionais. O terminal portuário, porém, pressupõe dragagens de grande extensão, circulação contínua de navios de grande porte, ruído, poluição hídrica e interferências diretas nas rotas da pesca artesanal, além de riscos à navegação de pequenas embarcações.

Documento do ICMBio aponta conflito direto entre o projeto portuário e a preservação ambiental e social do Delta do Parnaíba.

Dragagem permanente e riscos à fauna

Entre os impactos mais graves listados no documento está a necessidade de dragagem contínua do canal de acesso, estimada em cerca de 25 quilômetros de extensão e aproximadamente 200 metros de largura. A região, caracterizada por águas rasas e intensa dinâmica sedimentar, exigiria intervenções frequentes para manter a profundidade operacional.

O ICMBio alerta que essa dragagem permanente provocaria perda irreversível de habitats aquáticos, com danos severos à fauna bentônica, mortalidade de organismos invertebrados e degradação de áreas associadas a macrófitas aquáticas. O parecer também menciona riscos diretos a espécies protegidas, como tartarugas marinhas e peixes-boi, que utilizam o Delta do Parnaíba como área de alimentação e deslocamento.

Segundo os técnicos, o projeto não apresenta qualquer benefício ambiental capaz de compensar os impactos previstos.

Avaliação integrada inviabiliza o projeto 

Embora partes do empreendimento também alcancem zonas com regras menos restritivas, como a Zona de Infraestrutura e a Zona de Produção, o ICMBio ressalta que a análise não pode ser fragmentada. A presença estrutural do porto na Zona de Uso Comunitário compromete todo o conjunto do projeto do ponto de vista legal e ambiental.

O parecer destaca que não é possível legitimar a ocupação de áreas sensíveis com base em compatibilidades parciais, especialmente diante dos efeitos cumulativos e sistêmicos associados à operação portuária.

Licença ambiental descartada

Na conclusão, o documento é taxativo: o Porto de Luís Correia, conforme proposto, não reúne condições para obtenção de licença ambiental. A incompatibilidade com o zoneamento da APA Delta do Parnaíba é apontada como impedimento legal suficiente, independentemente das conclusões que venham a ser apresentadas em estudos de impacto ambiental.

Para o ICMBio, o caso expõe um choque direto entre dois modelos de ocupação do território. De um lado, a proteção ambiental associada aos modos de vida tradicionais; de outro, a implantação de uma infraestrutura industrial de grande escala. Ao declarar a inviabilidade do empreendimento, o órgão federal reafirma o papel das unidades de conservação como instrumentos legais de defesa do patrimônio ambiental, das comunidades locais e do interesse público.

*Por: José Ribas Netto Fonte: Manchete Nacional

Ações integradas reforçam segurança do piauiense no período de festas

 O Governo do Piauí montou um conjunto de ações integradas para reforçar a segurança da população durante as festas de Natal e Réveillon. 

Foto: Reprodução/Secom Piauí

O Governo do Piauí montou um conjunto de ações integradas para reforçar a segurança da população durante as festas de Natal e Réveillon. O planejamento envolve forças de segurança, órgãos de trânsito, Corpo de Bombeiros e a rede de proteção às mulheres, com atuação intensificada em todo o estado, especialmente no litoral e nas rodovias.

Para evitar o aumento de acidentes de trânsito, as operações Porteira Fechada e Rota Segura serão intensificadas durante o período festivo. As ações focam no combate a animais soltos nas vias, alcoolemia, excesso de velocidade e direção perigosa, com fiscalizações em pontos estratégicos não divulgados. O trabalho integrado já apresenta resultados, com redução superior a 31% nos acidentes de trânsito com vítimas não letais no estado.

Foto: Reprodução/Secom Piauí
O Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRE) vai também reforçar o policiamento nas PIs mais movimentadas, como a 112, 113 e 130. Já o Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran) vai manter ações 24 horas na capital. Em Luís Correia, a unidade vai atuar nas praias de Atalaia, Coqueiro e também em Barra Grande. O foco é a prevenção de acidentes e embriaguez ao volante.

O litoral do Piauí ainda vai ganhar reforço da Polícia Militar do Piauí, a partir do dia 26 de dezembro, com o envio de mais de 200 policiais. O efetivo contará com tropas especializadas, equipes do serviço diário e apoio de unidades locais, utilizando mais de 45 viaturas, além de aeronaves e motos. A operação segue até 4 de janeiro de 2026, garantindo segurança a turistas e moradores da região.

Foto: Reprodução/Secom PiauíFoto: Sd Thiago Amaral/ Ascom PMPI
“Ampliamos a presença do Corpo de Bombeiros, em pontos turísticos com maior concentração de banhistas. Reforçamos o efetivo da Polícia Militar e da Polícia Civil, com atuação integrada e intensificada em todo o estado. É um trabalho conjunto para que a população e os visitantes possam aproveitar esse período com segurança”, ressaltou o secretário da Segurança Pública, Chico Lucas.

A Polícia Civil ainda mantém e intensifica as ações de combate ao tráfico de drogas, crimes contra a vida e contra o patrimônio em todo o Piauí. No litoral, a atuação ocorre de forma integrada com as demais forças, por meio do Centro Integrado da Secretaria de Segurança Pública, modelo que também será adotado nos demais municípios.

Corpo de Bombeiros

Ainda no litoral, o Corpo de Bombeiros Militar do Piauí implantará três bases do Centro Integrado das Forças de Segurança Pública, duas em Luís Correia e uma em Barra Grande, no município de Cajueiro da Praia. Quinze militares reforçarão as ações preventivas nas praias, além do apoio das guarnições do quartel de Parnaíba, que atuarão na Lagoa do Portinho e na Praia da Pedra do Sal. Em Teresina, as guarnições também terão reforço durante as festividades.

Foto: Reprodução/Secom Piauí
Proteção à mulher

A rede de proteção às mulheres seguirá funcionando normalmente durante todo o período de festas. Segundo a secretária das Mulheres, Zenaide Lustosa, serviços como a Casa da Mulher Brasileira operam 24 horas por dia, com atendimento social, psicológico e delegacias especializadas. Ela destaca que a Central de Acolhimento atende pelo número 0800 000 1673, disponível 24 horas, nos 224 municípios, além do Disque 180, canal nacional de denúncias.

“Mesmo no período de Natal e Réveillon, todos os serviços estarão funcionando em regime de plantão para garantir acolhimento e proteção às mulheres em situação de violência”, afirmou Zenaide Lustosa.

Foto: Reprodução/Secom Piauí

*Fonte: Secom Piauí

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